quinta-feira, 18 de outubro de 2012



Apesar de todos os medos, escolho a ousadia. Apesar dos ferros, construo a dura liberdade.
Prefiro a loucura à realidade, e um par de asas tortas aos limites da comprovação e da segurança.
Eu, sou assim. Pelo menos assim quero fazer: a que explode o ponto e arqueia a linha, e traça o contorno que ela mesma há de romper.
A máscara do Arlequim não serve apenas para o proteger quando espreita a vida, mas concede-lhe o espaço de a reinventar.
Desculpem, mas preciso lhes dizer:
EU quero o delírio.

Lya Luft

6 comentários:

Simone Lima disse...

Porque nem sempre a realidade é boa. "Eu quero o delírio".

Beijo
Brigada pela visita.

http://flores-na-cabeca.blogspot.com

A.S. disse...

Quem não viver a vida intensamente, não vive... apenas existe!...


Beijos,
AL

Emanuelle Klyss disse...

Eu quero delirar há muito tempo, mas só tenho feito me perder. Mas quem disse que mesmo se perdendo não um pouquinho de loucura né?

Bjs flor, obrigada pelo carinho no blog. Beijinhoos. ;*

Paulo Sotter disse...

A plenitude da vida só se encontra na liberdade de ser autêntico e de reinventar-se sempre. Gostei do teu blog. Se me permite sigo. Um abraço!

Pcesar disse...

Eupenso que você chegou perto. Em uma época em que os sentimentos não existem além do momento, amar deveria ter um ticket relação, pra você comprar em lojas, supermercados, padarias, etc. Porque ninguém está mesmo a fim de coisa alguma. Ainda teremos o Dia da Consciência do Umbigo. Então, melhor você desenvolver várias personalidades , uma espécie de mulher maravilha a cada dia...

Boa sorte.

Brunna Baptistta disse...

Nossa lindo esse texto, adorei demais, todos ... parabéns pelo blog.
Também tenho um, se quiser dar uma olhadinha fique á vontade.
Beijos